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Dicas de viagem (parte 3): Foz do Iguaçu

January 15, 2013

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Completando os posts sobre dicas de viagem, finalmente é a vez de Foz do Iguaçu.

1)      Quando ir?

Embora todo mundo recomende ir no verão, quando as cataratas estão mais cheias, acho que é o tipo de passeio que pode ser feito durante todo o ano. Apenas recomendo evitar feriados nacionais, porque a cidade costuma lotar nesta época.

 

2)      Como ir?

De ônibus: a Kaiowá (www.expressokaiowa.com.br) faz Rio de Janeiro – Foz do Iguaçu em ônibus executivo por cerca de R$ 200,00 cada perna. A viagem dura 24h.

De avião: a Tam (www.tam.com.br) tem voo direto para Foz do Iguaçu saindo do Galeão. A Azul (www.voeazul.com.br) tem voos para Foz saindo tanto do Santos Dumont como do Galeão, mas com conexão ou em Curitiba ou em Viracopos. A Gol (www.voegol.com.br) voa direto para Foz saindo do Galeão.

 

3)      Onde ficar?

Muita gente acaba ficando hospedada na região das cataratas achando que com isso vai se locomover melhor. Ledo engano. Não há nada na rodovia das cataratas e você acaba ficando refém dos hotéis com meia pensão – que são muito convenientes para quem viaja em família, mas nem sempre para casais e solo travelers. No Centro, o Best Western Tarobá Express (www.hoteltarobafoz.com.br) é econômico, super bem localizado (fica a cerca de 100 metros do terminal rodoviária de onde saem os ônibus para as Cataratas e Parque das Aves) e conta com uma agência de viagens no hall caso você decida fechar pacote para os passeios. Além disso, o café da manhã é farto e você pode almoçar e jantar no restaurante do hotel (que também conta com piscina). Dica: peça para ficar no prédio novo do hotel, mais confortável. O Bella Itália (www.hotelbellaitalia.com.br) também faz a linha budget (embora mais caro que o Tarobá) e também tem agência. Além disso, conta com um bom restaurante italiano e fica em frente ao shopping da cidade.

 

4)      Cataratas brasileiras: modo de usar.

Como chegar: não precisa contratar traslado do hotel. Você pode pegar o ônibus com letreiro Parque Nacional no terminal de ônibus do centro. Este mesmo ônibus serve para o Parque das Aves, que fica quase em frente ao Parque das Cataratas, e para você ir e voltar do aeroporto. A viagem entre o terminal e o Parque Nacional dura cerca de uma hora. De táxi, você leva bem menos tempo, mas custa entre R$ 30,00 e R$ 40,00.

Horário de Funcionamento: 9h às 17h.

Ingresso (pode ser comprado online no site www.cataratasdoiguacu.com.br ou no local, sendo que são aceitos cartões de débito e crédito): brasileiros (integral) R$ 24,60, com direito ao uso do ônibus interno do parque, que para em paradas programadas indicadas em um mapa que é entregue na entrada do parque.

Estrutura do parque: há um caixa eletrônico na entrada, assim como banheiros e loja de souvenirs. Também há loja de souvenirs na parada da Garganta do Diabo. O transporte interno é feito por um ônibus cujo direito ao uso está incluso no ingresso. Há um restaurante (Porto Canoas) e várias lanchonetes na parada da Garganta do Diabo.

O que fazer no parque? Além de visitar as cataratas em si, você pode fazer um passeio de barco no Macuco Safári, que passa bem embaixo da queda conhecida como três mosqueteiros, além de fazer arvorismo, rapel, rafting e trilha. Mais informações no próprio site do parque. Eu fiz o Macuco Safári e o arvorismo e super recomendo.

Posso levar comida: Pode, mas cuidado com os ataques dos quatis. Como as pessoas costumam dar alimentos para esses animais, eles deixaram de seguir a sua alimentação natural (frutas e sementes) para querer apenas a “nossa” comida. Eles podem te atacar se farejarem comida na sua bolsa. Convém não reagir, pois eles mordem.

Plus: há a possibilidade de fazer voos panorâmicos de helicóptero com a Helisul (www.helisul.com), que tem guichê um pouco antes da entrada do parque.

 

5)      O que há para fazer no lado brasileiro além das Cataratas.

De imperdível, tem o Parque das Aves, que fica quase em frente ao Parque Nacional, e a Usina Hidrelétrica Itaipu Binacional. O Parque das Aves (www.parquedasaves.com.br) é composto por viveiros com aves que foram resgatadas de traficantes. O grande diferencial é que se pode entrar nos viveiros e até tocar em algumas araras na saída. Excelente para ir com crianças.

Já em Itaipu (www.turismoitaipu.com.br), você pode escolher entre o circuito especial (visita de duas horas e meia, na qual você vê as turbinas e o painel de comando) e a visita panorâmica (que contempla apenas a parte externa da usina e dura 1h e meia). Os ingressos podem ser adquiridos no próprio site de turismo da usina (vide endereço já indicado) e no local. Não vale a pena ir para a iluminação da barragem: faz um frio do caramba e o espetáculo em si é chinfrim. Há ainda um ecomuseu, um observatório astronômico e um refúgio de animais na usina, mas eu não visitei esses lugares.

Para chegar lá, você pode pegar uma excursão ou ir de ônibus. Basta pegar as linhas “Conjunto C Norte”, “Conjunto C Sul” ou “Itaipu” no terminal de ônibus do Centro.

 

6)      Onde comer em Foz?

Você pode comer na praça de alimentação do único shopping de Foz ou comer no italiano La Sorrelle e na churrascaria Rafain, que são os mais famosos da cidade.

 

7)      Cataratas Argentinas: modo de usar.

Como chegar: há um ônibus que passa na Avenida Juscelino Kubistchek em Foz que vai para Puerto Iguazú, mas ele não passa nas Cataratas. Esse ônibus vai te deixar no terminal central da cidade argentina, onde você vai pegar o ônibus com letreiro “Cataratas / Waterfalls” (juro que não é sacanagem; o letreiro é esse mesmo), que sai de 30 em 30 minutos para o parque. Um modo mais confortável de ir é contratando um transfer. Eu contratei o motorista Edson (telefones 45-84268393 e 45-35262754) e ele foi bem simpático e prestativo.

Vou precisar fazer câmbio? Infelizmente, vai. O ingresso no parque argentino só pode ser paga em dinheiro e em pesos argentinos. Além disso, se você for usar real nas lanchonetes do parque, vão jogar a cotação lá embaixo na hora de te dar troco em pesos. Dica importante: faça o câmbio em Foz para pegar uma cotação melhor e evite notas altas, como a de 50 pesos, que são muito falsificadas.

Como é a entrada na Argentina? Basta apresentar RG, desde que ele tenha sido expedido no máximo há 10 anos. Caso contrário, leve passaporte. Não arrisque apresentar RG velho porque a imigração argentina é muito chata. Na saída do Brasil, não há qualquer espécie de controle.

Qual o horário de funcionamento e preço do ingresso? O parque funciona de 8h às 18h e o ingresso para brasileiros custa 90 pesos argentinos e só pode ser paga em dinheiro vivo e em pesos argentinos. Dica: guarde o seu ingresso, pois se você quiser visitar o parque novamente no dia seguinte, você tem direito a um desconto.

Como é o parque argentino? Ele tem quase o dobro do tamanho do brasileiro, tem mais quedas e é mais selvagem. Dá para fazer passeio de barco (Gran Aventura), safári, passeio à Ilha San Martín (que é gratuito e sai de um ancoradouro da Marinha Argentina no circuito inferior) e passeios em noites de lua cheia. O transporte interno é feito por um trem que sai das estações de meia em meia hora. Ele te deixa em estações onde você tem de caminhar por passarelas até as cataratas propriamente ditas. Dá para fazer o caminho da entrada até a primeira estação a pé tranquilamente. O circuito inferior e o circuito superior (primeira estação) são bem pesados e têm muito sobe e desce. Há restaurantes na área do circuito inferior e superior, próximo à estação do trem. Há lojas de souvenir na entrada do parque. Dica: deixe para fazer a Garganta do Diabo no fim, pois ela costuma estar mais vazia no fim da tarde. Dica 2: se você quiser fazer o passeio da Ilha San Martín, chegue cedo, pois o último barco sai por volta das 15h. Mais informações em www.iguazuargentina.com.

 

8)      Vale a pena fazer compras na Argentina?

Não. Tem apenas um free shop caído perto da fronteira. O comércio de Puerto Iguazú é mínimo. Para quem gosta, há um cassino na cidade, que oferece traslado gratuito passando pelos principais hotéis de Foz.

 

9)      Paraguai: modo de usar.

Como chegar: há um ônibus de rua que passa em frente ao terminal do centro de Foz, mas vai por mim: é mais seguro contratar um transfer com motorista. Veja contato do Edson acima.

 

Como é o controle de fronteira: nenhum. Nem Paraguai nem brasileiro fizeram qualquer controle quando eu fui lá.

 

Qual o limite de compras? US$ 300.

 

Onde comprar artigos com garantia de procedência? No Shopping Del Este (primeiro depois da cancela da fronteira), na Monalisa (loja de departamentos na rua que sai do posto de fronteira) e na SAX.

 

Preciso fazer câmbio? Não. Todo mundo aceita reais, mas convém levar dinheiro vivo. Muitas lojas não trabalham com cartão.

 

O Paraguai é perigoso? Muito. Tome muito cuidado ao atravessar as ruas pois não existe lei de trânsito no país; não tire os olhos de sua bolsa nas inevitáveis aglomerações e muito cuidado com motoqueiros.

 

 

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